quarta-feira, 19 de julho de 2017

Agora a Gongombira também oferece serviços para o seu evento, com a qualidade e profissionalismo que você merece. Equipamentos de som, iluminação, datashow com telão, fotógrafo, shows musicais, apresentações culturais, receptivos e muito mais. 
Organizamos festas, palestras, aniversários, shows de pequeno porte, seminários e eventos em geral. 
Gongombira Serviços Culturais
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Festejos Religiosos no Terreiro Matamba em Homenagem aos Nkissis Zumbarandá, Nkossi e Kavungo

Nos dias 29, 30 e 31 de Julho, sábado, domingo e Segunda  o Terreiro Matamba Tombenci Neto estará em festa para homenagear os Nkissis Zumbarandá, Nkossi e Kavungo.
Os festejos terá início, no sábado, dia 29, às 21h com muitas homenagens a Nkissi Zumbarandá (Nanã). Já no domingo, dia 30, a kizomba (festa) começa às 13h, com a Tradicional Makunde (Feijoada) em homenagem a Tateto Nkossi (Ogum). Na Segunda – Feira dia 31, às 20h será finalizado os festejos com Homenagem a Tateto Kavungo (Obaluayê).
A matriarca do Terreiro de Matamba Tombenci Neto, Mãe Ilza Mukalê, há mais de 40 anos à frente do Tombenci, em Ilhéus, conta que os festejos do mês de Julho tem um tom de saudade, pois homenageamos a Nkissi (Nanã) da saudosa Mãe Roxâ, minha mãe carnal e do Nkissi Nkossi (Ogum) do meu saudoso Pai Valentim, Tata Kandebumrá. “Desde que assumir a direção do terreiro matamba em 1975 não paramos de realizar os festejos do mês de julho no terreiro, é uma forma de manter viva as nossas tradições”, finalizou Mãe Ilza.

Para mais informações (73) 3086-5112/98809-3958 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Em Ilhéus, Memorial Unzó Tombenci Neto preserva história de um dos terreiros de candomblé mais antigos da Bahia

Por Talita Barbosa
Foto - Rodrigo Macedo
Memorial Unzó Tombeci Neto está localizado no Alto da Conquista (Foto: Rodrigo Macedo).
O Memorial Unzó Tombenci Neto, o primeiro de matriz africana do Sul da Bahia, está localizado na Avenida Brasil, no Alto da Conquista, em Ilhéus. Suas paredes guardam um rico acervo histórico sobre a história do centenário Terreiro Matamba Tombenci Neto, ou, carinhosamente chamado por muitos de “Terreiro de Mãe Ilza”, nome da matriarca.
A história do Terreiro Matamba Tombenci Neto teve início ainda no século XIX, mais precisamente no ano de 1885, quando Tiodolina Félix Rodrigues, a Nêngua de InkiceIyá Tidú, fundou o Terreiro Aldeia de Angorô. Hoje, dirigido por Mameto Mukalê (Ilza Rodrigues), o terreiro de Candomblé Angola tem uma longa tradição na cidade de Ilhéus e também possui uma intensa relação com a comunidade do Alto da Conquista, por ser palco de diversos projetos socioculturais gratuitos.
Inaugurado em 2006, o Memorial Unzó Tombenci Neto, segundo o gestor do espaço, Marinho Rodrigues, foi criado com o objetivo de contar e preservar a história do centenário Terreiro Matamba Tombenci Neto. “Essa história é contada por uma foto, indumentária, instrumento musical ou documento histórico, que faz parte do acervo do memorial”, explica Marinho.
Em 2015, o memorial foi fechado devido à problemas em sua estrutura. Em 2016, o museu passou uma reforma, que só foi possível graças à contribuição de pessoas de todo o Brasil por meio de uma “vaquinha” virtual. Ganhou nova pintura, iluminação e o projeto expográfico também sofreu alterações, tudo pensado para que o visitante tenha uma experiência satisfatória ao conhecer o espaço, que guarda uma grande parte da memória do Candomblé Angola da Bahia.
Foto Divulgação
Fotografias, documentos históricos e indumentárias fazem parte do acervo do memorial (Foto: Divulgação).
No memorial, é possível aprender tanto a história do Candomblé de Angola, quanto de Ilhéus, pois elas, muitas vezes, se confundem. Marinho Rodrigues ainda ressalta que “nesse espaço, estudantes e pesquisadores podem conhecer um pouco mais da matriz africana, seja religiosa ou cultural, em Ilhéus e também da resistência das comunidades tradicionais de terreiro”. As fotografias, documentos e objetos preservados, despertam a curiosidade de quem reserva um tempo para visitar o local.
O Memorial Unzó Tombenci Neto funciona das 9h às 12h e das 14h às 17h. O valor cobrado para a visita é de R$ 3. Grupos de estudantes, desde que marquem a visita com antecedência, não pagam. O espaço também faz parte do Circuito de Memória e integrou as atividades da 15ª Semana Nacional de Museus, que aconteceu entre os dias 15 e 19 de maio, em Ilhéus.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

A Gongombira Comemorou Seus Treze anos com Roda de Conversa

 Como parte da comemoração de treze anos da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania, a Doutora em Educação e Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), Kiusam de Oliveira, participou, na terça (20) de uma roda de conversa com o tema: Corporeidade Poética: Transcendendo o Corpo partindo da Ancestralidade Africana, Racismo e Gênero.
A atividade foi aberta ao público e aconteceu no Terreiro Matamba Tombenci Neto.









segunda-feira, 19 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

Otambí Solidário acontece neste sábado no Dilazenze

 

O Otambí Solidário será realizado neste sábado (17), a partir das 12h, no Espaço Cultural Dilazenze. Serão promovidos shows, apresentações de dança e a venda de uma feijoada beneficente, no valor de R$ 10. O evento é uma iniciativa da Organização Gongombira de Cultura e Cidade, que tem sede na Avenida Brasil, 485, Alto da Conquista.
A festa também contará com shows do Sambalight; Camilo Dória (Banda Zarah); Cijay; Dinho Brown e Banda; Orquestra Gongombira; Silvandira (Samba de Treita); discotecagem com DJ Múcio e KyDance. Os ingressos para curtir as apresentações, que também custam R$ 10, poderão ser comprados na bilheteria do Espaço Cultural Dilazenze, no dia do evento.
                                        Foto :Orquestra Gongombira de Percussão 
Com a promoção de shows e venda da feijoada, a Organização Gongombira de Cultura e Cidadania tem como objetivo arrecadar fundos para dar continuidade aos projetos mantidos pela instituição, que promove aulas de dança e percussão afro-brasileira, capoeira, oficinas de penteados e turbantes, como também exibições gratuitas de filmes e rodas de conversas.
Otambí
Sigla que abrevia a Orquestra de Tambores Mãe Ilza, o projeto foi criado em 2010 e, desde então, faz parte do calendário do verão ilheense. Esse ano, o projeto promoveu diversas atividades culturais gratuitas, como a promoção de shows, oficinas para as crianças e jovens da comunidade, exibição de filmes e rodas de conversa.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Tá Chegando o Grande dia do Otambí Solidário!

Galera, tá chegando!
Dia 17, a partir das 12 horas, venha prestigiar os artistas locais e provar uma deliciosa feijoada. Se ligue no convite do nosso coordenador, Marinho Rodrigues, para o Otambí Solidário.

Vídeo Chamada para o Otambí Solidário: https://www.facebook.com/otambi2017/videos/1850765461855733/




quarta-feira, 24 de maio de 2017

Evento beneficente no Dilazenze terá feijoada e muita música


A organização Gongombira de Cultura e Cidadania promove, no dia 17 de junho, a partir das 12h, no Espaço Cultural Dilazenze, a Feijoarte, uma feijoada beneficente, no valor de R$ 10, que contará também com diversas apresentações musicais de artistas ilheenses.
A festa, apelidada carinhosamente de Otambí Solidário, contará com shows do Sambalight; Camilo Dória (Banda Zarah); Cijay; Dinho Brown e Banda; Orquestra Gongombira; Silvandira (Samba de Treita); discotecagem com DJ Múcio e KyDance. Os ingressos para curtir as apresentações, que custam R$ 10, poderão ser comprados na bilheteria do Espaço Cultural Dilazenze, no dia do evento.

Com a promoção de shows e venda da feijoada, a Organização Gongombira de Cultura e Cidadania tem como objetivo arrecadar fundos para dar continuidade aos projetos mantidos pela instituição, que tem sede na Av. Brasil, 485, Alto da Conquista.

Otambí
Sigla que abrevia a Orquestra de Tambores Mãe Ilza, o projeto foi criado em 2010 e, desde então, faz parte do calendário do verão ilheense. Esse ano, o projeto promoveu diversas atividades culturais gratuitas, como a promoção de shows, oficinas para as crianças e jovens da comunidade, exibição de filmes e rodas de conversa.






segunda-feira, 22 de maio de 2017

Memorial Unzó Tombenci Neto se consolida como espaço de preservação histórico-cultural do candomblé, em Ilhéus


O Memorial Unzó Tombenci Neto se consolidou, durante a 15ª Semana Nacional de Museus, como um importante espaço de resgate e preservação histórico-cultural do candomblé de Angola na Bahia e do Terreiro Matamba Tombenci Neto (TMTN). O museu recebeu visitas de turistas, pesquisadores e estudantes, de 15 a 19 de maio, que participaram também de rodas de conversas com Mãe Ilza Mukalê, matriarca do TMTN e exibição de filmes. 


Na segunda-feira, dia 15, o memorial recebeu a visita de um grupo de turistas alemães, interessados na cultura afro-baiana. Na terça, dia 16, foi a vez dos alunos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) conhecerem mais sobre a história do Terreiro Matamba Tombenci Neto.
Na quarta-feira, dia 17, alunos do 1° e 2° ano, do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), do CEEP, visitaram o Memorial Unzó Tombenci Neto e participaram da roda de conversa com Mãe Ilza Mukalê, supervisionados pelas professoras Nilamaci e Suellen. Encerrando a programação da 15ª Semana Nacional de Museus, estudantes do curso de Guia de Turismo, do CEEP, fizeram uma visita técnica ao espaço para entender como funciona o memorial e também conheceram a história do terreiro centenário de candomblé Angola.

Marinho Rodrigues, coordenador do projeto Otambí, o Memorial Unzó Tombenci Neto, explica que já desenvolve há certo tempo, na cidade de Ilhéus, um Programa de Educação Patrimonial com estudantes de escolas públicas e particulares, e outros setores. “A diferença é, que com o projeto Otambí, dinamizamos ainda mais essas ações, pois a 15ª Semana Nacional de Museus, fortaleceu nosso programa e deu ainda mais visibilidade ao Memorial Unzó Tombenci Neto”, destacou Marinho.
Vale ressaltar também, que, esse ano, o Programa de Educação Patrimonial teve início em abril e o Memorial recebeu a primeira visita no dia 19 de abril, quando integrantes do Grupo Afro Encantarte, de Itabuna, conheceram o espaço e participaram de um bate papo Mãe Ilza Mukalê, matriarca do Terreiro de Matamba Tombenci Neto.
A programação do Memorial Unzó Tombenci Neto, durante a 15ª Semana Nacional de Museus, integra o Programa de Educação Patrimonial do projeto Otambí, uma iniciativa da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania, que conta com apoio financeiro do
Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

O Memorial:

Inaugurado em 2006, o Memorial Unzó Tombenci Neto foi o primeiro de matriz africana do Sul da Bahia. Possui um acervo de fotografias, documentos e objetos preservado, que conta a história do centenário Terreiro de Candomblé Angola da Bahia, fundado em 1885. A história do Terreiro Matamba Tombenci Neto teve início ainda no século XIX, mais precisamente no ano de 1885, quando Tiodolina Félix Rodrigues, a Nêngua de Inkice Iyá Tidú, fundou o Terreiro Aldeia de Angorô. Hoje, dirigido por Mameto Mukalê (Ilza Rodrigues), o Terreiro de Candomblé Angola da Bahia tem uma longa tradição na cidade e caracteriza-se também por possuir uma intensa relação com a comunidade do Alto da Conquista.